Risco de falhar nos negócios – OJE

Leio no OJE O Jornal Económico um estudo com o título: “Receio de falhar é principal obstáculo à criação de negócios”. Sem dúvida mas, o que leva a esse receio? Há muitos motivos, mas destaco um que considero fundamental:

Falando de Portugal, o erro é muito mal visto e é sinal de incompetência. Errar está longe de ser sinónimo de aprendizagem ou de pro-actividade. Errar é falhar e a nossa sociedade vive mal com isso.
Convém relembrar que o mundo só evolui porque alguém, algures, decidiu arriscar e muito provavelmente errou muitas vezes até encontrar a “formula” ou permitir que alguém a encontre.

Uma coisa é certa, muitas pessoas que faliram empresas, tiveram um aprendizagem que nenhuma universidade pode dar (em boa verdade, também há quem não aprenda nada com as falências e atribua sempre culpa a terceiros).

Acho sinceramente que o receio não está em falhar mas sim nas consequências desse “falhanço” e isso seria muito interessante descortinar.

Serão consequências Emocionais? Sociais? Financeiras?
Nota: Criar um negócio deve ser algo muito bem ponderado. Recomendo que antes de avançar que fale com pessoas que tenham essa experiência e que possam partilhar as coisas boas e más de ter um negócio próprio.

Criar um negócio, um verdadeiro negócio, é complexo e não deve ser encarado como uma “brincadeira”.

Prós e Contras – Ir ou Ficar?

Ontem assisti aos Prós e Contras – RTP sobre a emigração com o tema – Ir ou Ficar ? . Como é óbvio este é um tema sensível e é indiscutível o impacto negativo que o desemprego está a ter na nossa sociedade, mas gostava de referir algumas coisas:

1) Emigrar não é sinónimo de precariedade. Há pessoas que emigram porque querem e isso não deve ser incluído no mesmo saco de quem emigra por obrigação
2) Felizmente que há quem emigre para aumentar a presença de Portugal além fronteiras e para partilharem o “Know how” adquirido lá fora..
3) É frustrante ter que emigrar quando se trabalhou uma vida para o país contudo, um recém licenciado entra no mercado com uma realidade diferente. A escolha do curso, hoje em dia, é fundamental
4) Vejo muita gente encostada à sombra do desemprego e a ver na taxa de desemprego a desculpa para não fazer nada.
5) Fico chocado quando os empresários são atacados a torto e a direito, principalmente por académicos que não têm qualquer noção do que é gerir uma empresa e que só olham a dados estatísticos. Sobre isto nem vou dizer mais nada, sou demasiado parcial,
6) É indiscutível que neste país, atualmente, as condições de trabalho não são as melhores e que precisamos TODOS de arranjar alternativas
7) É indiscutível que o estado devia ser um facilitador das empresas e dos profissionais e é o principal “comilão” remetendo para segundo plano todos os outros players (fornecedores, colaboradores, etc..). O efeito bola de neve mata as empresas (para não falar dos que têm financiamento da banca)
8) Já todos percebemos que há um problema grave e que é preciso fazer alguma coisa. Dizer que temos que “criar riqueza” é redundante. São precisas soluções reais de como o vamos fazer.
9) Há muitos incentivos que muita gente desconhece
10) Há um indicador importante que ontem retive, a maioria dos emigrantes do nosso país não são profissionais qualificados, isto porque a maioria dos profissionais também não o são
11) Não podemos ignorar o desemprego nas zonas do interior. Não se resume tudo a Lisboa e Porto
12) Eu acredito que ficar ainda é possível, mas tenho a certeza que não será o caminho para todos
13) Gostava de dizer que gostava de recrutar muito mais gente, ou dar melhores condições para os colaboradores das empresas que represento. Trabalho não falta contudo, para conseguir dar boas condições,  muita coisa teria que mudar no tecido empresarial português, principalmente na relação com a tutela..

(felizmente tive o apoio necessário para construir o meu caminho e tenho a plena consciência que nem todos têm essa sorte)

Lamento de facto que a taxa de desemprego não pare de aumentar e quando desce é fruto da emigração mas precisamos de uma reflexão profunda sobre isto, juntando empresários (não os mesmo de sempre!), a tutela, desempregados, etc..
Senti que ontem se falou muito e não saímos do sitio. Foi atacar o estado, foi atacar os empresários, foi atacar os bancos, foi atacar os ricos..ataques atrás de ataques e muito pouco “sumo” para sairmos desta situação..

E vocês, o que acham? Ir ou ficar?

10 Anos de Facebook. Mais Prós do que Contras?

Debate sobre os 10 anos do Facebook com ilustres colegas: Filipe Carrera, Andre Novais de Paula, João Miguel Lopes, Vasco Marquee o convidado Gil Fonseca (escritor e auto-excluído do Facebook)

Trabalho sobre o naming dos estádios

Disponível no Marketing Portugal

Real Madrid_PM
No dia 26 de Dezembro foi publicado no DN um trabalho sobre o naming dos estádios, a propósito das negociações do Real Madrid para o Santiago Bernabéu, com o qual tive o prazer de colaborar.

Algumas notas que suportaram este trabalho:

1- O Real Madrid é um excelente exemplo de uma Marca desportiva que vai muito para além do desporto. Desde cedo que se assume como uma “potência” empresarial capaz de pagar jogadores apenas com a venda de direitos de imagem ou merchandising.

2- É normal que os clubes procurem novas soluções para dar visibilidade aos seus patrocinadores. Há estudos que levantam sérias dúvidas sobre a eficácia dos patrocínios no mundo desportivo e, numa altura em que o consumidor é “bombardeado” por milhares de  Marcas por minuto, é normal que se procurem alternativas

3- Ter o naming de um estádio conhecido, é seguramente uma das formas mais agressivas e eficazes para promover o relacionamento entre uma Marca e os adeptos de um clube contudo, criar mecanismos para medir o ROI é fundamental em todo o processo

4- O “nome” de um estádio, geralmente, tem uma componente emocional muito forte junto dos adeptos como tal, qualquer alteração ao mesmo deve ser muito bem ponderada e os benefícios têm que ser evidentes

5- O sucesso ou insucesso de uma aposta destas pode depender de vários factores. Desde a  estratégia que o patrocinador vai adoptar, da forma como o clube vai envolver os seus adeptos e dos resultados que vão surgir fruto dessa decisão (para além dos financeiros)

6- Este assunto nunca será consensual

7- As Marcas que investem em patrocínios devem estar conscientes para o impacto negativo que podem causar junto dos “não adeptos” de um clube como tal, devem accionar outros mecanismos para chegarem a esse “target”.

9-  O fanatismo tem destas coisas e é transversal a todas as decisões de “endorsement” por exemplo, como será percepcionada uma Marca que apoia o Cristiano Ronaldo e não apoia o Messi? Que dirão os fãs do Messi?

10- Marcas desejadas a cooperar tornam-se mais fortes e diferenciadoras

Ronaldo e Pepsi juntos em campanha solidária

casa dos rapazes

Parece que vamos ter o Ronaldo e a Pepsi juntos em campanha solidária. Parece que a “brincadeira” da Pepsi saiu cara (pode ser que o ROI surpreenda).

Dia 8 de Janeiro, diz Ronaldo no seu Facebook que “Ninguém é perfeito e todos erramos. O mais importante é pedir desculpas e demonstrar que o que sentes é verdadeiro. Por isso… desculpas aceites, Pepsi!”
Reforça ainda que: “E como em Portugal uma acção vale mais que mil palavras, temos estado a trabalhar no apoio a uma causa solidária que desvendaremos em breve. Fiquem atentos!

No dia 9 de Janeiro, reforça com a mensagem “Hoje é um dia em grande! Em conjunto com a Pepsi concretizámos o nosso apoio a uma causa nobre: completar o financiamento para o projeto de construção das novas instalações da Casa dos Rapazes. Com esta iniciativa os 20 rapazes vão poder contar com uma casa nova e uma área desportiva. Um projeto conjunto que irá mudar a vida destes jovens e de todos os que forem acolhidos no futuro por esta casa.”

Em dois dias o Ronaldo coloca duas atualizações em defesa da Pepsi.

Sinceramente, acho que associar uma ação solidária a este “cenário” foi uma jogada muito interessante contudo, deixo algumas questões no ar:

  • Será mais um caso onde uma situação de crise se transforma em oportunidade?
  • Será que quem diz ter deixado de beber Pepsi voltará a beber?
  • Será que está solução vai gerar uma onda de descontentamento junto dos fãs do Messi?

Vamos ver o que isto vai dar mas se me permitem o desabafo, é fabuloso ver como o digital influência as decisões operacionais das marcas. Espero que este tipo de casos sirvam para o Marketing crescer e para todos nós evoluirmos e aprendermos que os erros podem sair caros e que o digital deve ser encarado com seriedade e não como um ambiente exclusivamente de entretenimento onde vale tudo.

Portal da Diabetes no IPAM

Portal da Diabetes

 

Este ano será um ano mais calmo no que diz respeito a palestras (vou tentar pelo menos!) contudo, não podia deixar de abrir esta época com uma pequena intervenção sobre Plano de Marketing Digital no IPAM, com o caso do Portal da Diabetes
É sempre um desafio partilhar um projeto com mais de 2 anos e tantas horas de trabalho em pouco mais de 40 minutos mas a mensagem-chave que procurei passar estava no último slide – Marketing é Marketing.

Independentemente do meio ou sector onde estamos, a forma como justificamos e sustentamos as nossas decisões estratégicas e operacionais é que ditam o rumo dos projetos, mesmos os digitais.

Particularizando para o digital, é importante não esquecer que estamos todos numa fase de aprendizagem e é por isso que um bom diagnóstico faz toda a diferença e mesmo assim, há coisas que só conhecemos depois de testar..

Uma curiosidade é que estes projetos têm um inicio previsto (e raramente está tudo a 100%, como desejaríamos) mas não têm fim. São Produtos em constante mutação e ajuste e é isso que os torna tão desafiantes e únicos..

Factores Críticos: Envolvimento dos parceiros (APDP, Factor Chave, Indústria, Profissionais de Saúde, entre outros..), muita dedicação e perseverança (equipa incansável!), I&D e obviamente a credibilidade da informação para garantir que quem nos visita fica BEM informado (um desafio brutal na área da Saúde)

Como sempre, foi um prazer estar nesta casa! 

Portugal, Ronaldo, Pepsi e outras coisas..

 

E viva Portugal!

Sobre o resto:

1 – a pepsi perdeu uma grande oportunidade para brilhar em Portugal respondendo com humor à provocação da pepsi sueca. Na minha opinião, deu demasiada importância à coisa e foi demasiado formal..

2 – a versão do hino nacional com guitarra portuguesa (ouvi na tsf no dia do jogo e vi hoje na TV) é fabulosa..

3 – a Seleção Nacional pode aproveitar esta euforia para investir na campanha “eu estou aqui”. Tem tudo para funcionar!

4 – A maioria das pessoas que dizem que vão deixar de beber pepsi por causa disto, provavelmente não bebem Pepsi. Será que os fãs da Pepsi deixarão de consumir?

5- Para além de fãs da seleção e do Ronaldo, muitos críticos são também fãs da coca-cola ou seja, 3 Marcas enormes e globais unidas..

6 – Indiscutivelmente uma Marca global como a Pepsi tem que pensar global e agir localmente. Será que há algum propósito que nos esteja a escapar nisto tudo? Foi ingenuidade de uma das maiores empresas do Mundo?

7 – Muitas pequenas agências têm aqui uma boa oportunidade para criarem um bom conteúdo, que se torne viral, para mostrar o seu trabalho e respetiva criatividade (já tenho visto algumas tentativas interessantes)

8 – O nosso governo teve uns momentos de paz

9 – Vamos ao mundial!!

Fórum Nacional da Diabetes – A importância do doente na Saúde

forum diabetes

Este Sábado, dia 16 de Novembro estive no 7º Fórum Nacional da Diabetes e, numa das palestras em que estive presente ouvi uma frase mágica que diz tudo sobre a importância da comunicação em saúde“o próprio doente é o melhor médico que podemos ter. É o único que consegue agir durante todos os dias do ano”.

Esta é uma grande verdade. Nós podemos ter excelentes médicos, excelentes associações, excelentes iniciativas contudo, o sucesso da terapêutica pode depender muito mais do doente (ou dos seus cuidadores) do que se outro qualquer “player”. Mesmo em situações de dependência total, há algum que assume esse papel.

Consciencializar, informar e educar a população em Saúde é fundamental por isto mesmo. Um excelente profissional de Saúde com um mau doente pode ter resultados insuficientes.

Dia Mundial da Diabetes: APDP comemora o dia mundial da Diabetes com novo portal

Hoje, dia 14 de Novembro, é o Dia mundial da Diabetes. Aproveito este dia para vos apresentar um trabalho de quase 2 anos, com muitas horas de investigação e muita convicção. Este projecto deu hoje o seu primeiro grande salto.

Isto só foi possível porque desde a sua origem trabalhei com uma equipa empenhada, que nunca deixou de acreditar e sempre soube que conseguiríamos fazer a diferença. Obrigado a todos vocês!

Hoje, divulgamos também a nossa maior aliança. Uma parceria que espero que seja duradoura e muito produtiva. Pela experiência que temos tido com a APDP - Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal – percebemos que connosco está agora uma entidade que representa profissionais de topo. Pessoas altamente qualificadas e motivadas para explorar este novo canal.

As parcerias são fundamentais e é através delas que conseguimos chegar mais longe. Como diz Clarice Lispector “Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado, com certeza vai mais longe.” É esta a nossa mentalidade como tal, sabemos também que a nossa responsabilidade aumentou significativamente.

Sabemos de onde partimos. Sabemos onde estamos. Sabemos para onde queremos ir contudo, estamos conscientes que este percurso ainda agora começou.

Para já, partilho convosco este projecto. Um projecto que considero diferente e único a todos os níveis.

Isto é comunicação em Saúde, isto é aproximar entidades e pessoas, isto é contribuir positivamente para a sociedade, isto é contribuir para melhores indicadores de saúde. Isto é Marketing!

APDP comemora o dia mundial da Diabetes com novo portal 

 

Imagem do Portal

 

A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal, associação de Diabéticos mais antiga do mundo, em pareceria com a Follow Reference (www.followreference.pt), empresa de Investigação e Gestão de Conteúdos para o Sector da Saúde e criadora do Portal da Diabetes, vai comemorar o dia mundial da diabetes com o lançamento de um novo portal de informação e educação para a saúde.

Estudos recentes demonstram que a Internet cada vez mais influencia o comportamento dos utentes e suas respectivas decisões por isso, torna-se crucial para APDP estar presente neste novo canal garantindo que a informação disponível é credível.

Sendo a APDP uma referência no mundo da Diabetes, no panorama nacional e internacional, tornou-se inevitável este investimento em prol da comunidade. Segundo o Dr. Luís Gardete, presidente desta mesma instituição, “ a APDP já tem feito alguns esforços para chegar à sua comunidade através dos canais digitais contudo, consideramos que este é o momento certo para darmos este passo. A Diabetes tem tido um aumento explosivo nos últimos anos como tal, torna-se fundamental reforçar os nossos esforços para informar e educar a população”

Paulo Morais, responsável da Follow Reference, não esconde a importância desta parceria referindo que “o portal da diabetes já tem um investimento de aproximadamente 2 anos e, desde o primeiro dia que sabíamos que a APDP era um parceiro de excelência para este projecto. Tendo em conta a dimensão da entidade em questão, tínhamos noção que o processo não ia ser imediato, não bastava apresentar uma ideia, tínhamos que apresentar resultados. A nossa metodologia foi fundamental e, depois de muita investigação, de muitos testes e de uma melhoria contínua, sentimos que estávamos preparados para corresponder às expectativas não só do nosso parceiro como da comunidade da Diabetes em geral. Esta fusão faz todo o sentido e tem sido um privilégio para nós trabalhar com a APDP. Criámos uma equipa fabulosa, altamente qualificada, envolvida e motivada com o projecto”

Porquê a Internet?

Dr. Raposo, director clinico da APDP, reforça a importância deste canal mencionado que “queremos chegar às pessoas como tal, temos que estar onde as pessoas estão. Se a Internet tem sido um canal onde as pessoas consomem informação, a APDP quer ter uma presença forte para dar resposta as necessidades da comunidade. Comunicar Saúde é sempre um processo muito exigente e de grande responsabilidade e a comunicação tem algumas particularidades que estamos a estudar. A parceria com a Follow Reference é fundamental neste processo”

Paulo Morais reforça que a Internet é um “veículo” de excelência na comunicação na Saúde por estar disponível “todos os dias, a qualquer hora e em qualquer lugar. A informação tem que estar disponível quando e onde as pessoas precisam.”

O Portal coloca à disposição dos seus utilizadores espaços que visam contribuir para a qualidade de vida das pessoas com Diabetes:

e- COMUNIDADE

Este espaço vai ainda integrar toda a comunidade (pessoas com diabetes e seus familiares, cuidadores, profissionais de saúde, associações, entidades do sector) promovendo a partilha de conhecimento e de experiências.

Este tipo de doença vive muito da comunidade. As pessoas partilham experiências e ajudam-se bastante. Temos acompanhado diversos grupos nas redes sociais onde a partilha de informação é fundamental contudo, também assistimos a algumas partilhas perigosas onde, embora haja boa vontade para ajudar, a informação disponibilizada é incorrecta. Queremos ajudar a comunidade a ter informação credível. Acreditamos que uma população informada é uma população com maior adesão à terapêutica contudo, precisamos de garantir que a informação transmitida é correta.

e- COMUNICAÇÃO

O Portal será uma referência na Comunicação sobre Saúde. A equipa de trabalho do portal investiga, produz e partilha conteúdo credível e referenciado para a comunidade com o intuito de informar e educar a população (com e sem diabetes).

Toda a nossa informação será referenciada e validada por profissionais de saúde.

Iremos adoptar diversos estilos de comunicação em função do público a quem nos estamos a dirigir por exemplo, a “família da diabetes” foi criada a pensar nos mais jovens para que possam aprender sobre a Diabetes de uma forma mais animada e descontraída. Materiais serão disponibilizados para ajudar os pais a partilharem com os seus filhos informação sobre a Diabetes, quer numa perspectiva de prevenção quer numa perspectiva educação.

e- EDUCAÇÃO

Muitas pessoas não tomam as decisões acertadas por não terem a informação correcta como tal, este portal será uma referência a este nível e iremos disponibilizar informação diversa como por exemplo;

  • Conselhos para melhorar estilos de vida
  • Notícias
  • Indicadores (?)
  • Tipos de medicação
  • Sugestões para a gestão da diabetes

e- TV

Estando nós conscientes que o vídeo é uma tendência já para 2014, não podíamos deixar de apostar nesta vertente aprimorando a APDP Diabetes TV. Acreditamos que esta será uma forma diferenciadora para comunicar de forma eficaz e atrativa, conteúdos indispensáveis para a comunidade

Qual o futuro?

É nossa ambição garantir que o projeto não pára, como tal, ir fornecendo com conteúdo credível mas ao mesmo tempo útil para os seus seguidores, será o nosso desafio.

Queremos estar mais próximos como tal, estamos a preparar algumas novidades para o utilizador poder resposta às suas necessidades.

Em breve também teremos uma área  dedicada aos profissionais de Saúde.

Sobre a APDP

A APDP – Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal – é a associação de Diabéticos mais antiga do mundo e é hoje uma instituição de saúde moderna, de referência, sendo simultaneamente uma Associação vocacionada para a defesa dos direitos das pessoas com Diabetes e para uma correta integração das pessoas com Diabetes na sociedade e uma Clínica prestadora de cuidados médicos integrados e diferenciados à pessoa com Diabetes, sem descurar os aspectos formativos e de investigação inerentes à excelência dos serviços prestados.

Toda a informação disponível em www.apdp.pt

Sobre a Follow Reference

A Follow Reference foi fundada em 2011 com o intuito de se tornar uma referência na Gestão e Comunicação de conteúdos em Saúde.

Na sua génese estão mais de 10 anos de investigação na área da gestão de conteúdos para o Sector da Saúde e tem como propósito garantir que o conteúdo criados são credíveis e referenciados.

A Follow Reference integra profissionais de diversas áreas de conhecimento, altamente qualificados, especializados na área da saúde e comunicação com o utente.

Toda a informação disponível em www.followreference.pt

 

Oportunidades de emprego: Mobile Developer e Interface Designer

Para reforçar a nossa equipa de Mobile Marketing estamos a recrutar:

Oportunidades de emprego: mobile developer Full time (Porto)

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Oportunidade de emprego: Interface Designer

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Oportunidades de emprego: mobile developer – Estágio (Porto)

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Marketing no sector da Saúde

Cada vez mais vejo empresas e organizações do sector da Saúde a investirem no mundo digital.
Estou convicto que para 2014 será um caminho inevitável para muitas entidades, com ou sem fins lucrativos.
Fico contente por isso até porque esta aposta vai fazer com que se procure inovar mais ainda. Só assim se conseguirá fazer a diferença..

O sector da Saúde é um dos mais inovadores como tal, espero que venha ai uma evolução enorme no Marketing Digital ao serviço do sector da Saúde.

A solução vai passar pela integração do Marketing todavia, a “fórmula” ainda está por desvendar.
2013, tem sido muito intenso, com muita investigação a este nível para que em 2014 tudo esteja a funcionar em pleno. Estamos em constante mutação e as tecnologias não param de evoluir (ainda bem!). O ritmo é alucinante..

É a beleza do mercado a funcionar. Vamos a isso!

Plano de Marketing Digital #Hangout

Hangout sobre Plano de Marketing Digital com Vasco Marques.
Desculpem o “eco” mas o Vasco estava a testar novo material.

Vejam também este artigo que pode ajudar: Estrutura base para um plano de marketing 

Reflexão sobre o negócio dos incêndios em Portugal

Hoje o Porto esteve novamente com o céu coberto de fumo. Isto revolta!
Já li o livro de José Gomes Ferreira – O Meu Programa de Governo – e deu para perceber relativamente bem a forma como ele pensa e expõe o que lhe vai na alma. Recentemente o jornalista escreveu sobre esta questão dos incêndios. Não sei se tudo o que diz é verdadeiro, mas muitas destas coisas fazem sentido e merecem a nossa reflexão. Cada um que tire as suas conclusões.
Que esta “coisa” dos incêndios tem muito que se lhe diga, disso ninguém tem dúvidas, certo?

Aqui fica a reflexão:

“Por José Gomes Ferreira
A evidência salta aos olhos: o país está a arder porque alguém quer que ele arda. Ou melhor, porque muita gente quer que ele arda. Há uma verdadeira indústria dos incêndios em Portugal. Há muita gente a beneficiar, directa ou indirectamente, da terra queimada.
Oficialmente, continua a correr a versão de que não há motivações económicas para a maioria dos incêndios. Oficialmente continua a ser dito que as ocorrências se devem a negligência ou ao simples prazer de ver o fogo. A maioria dos incendiários seriam pessoas mentalmente diminuídas.
Mas a tragédia não acontece por acaso. Vejamos:
1 – Porque é que o combate aéreo aos incêndios em Portugal é TOTALMENTE concessionado a empresas privadas, ao contrário do que acontece noutros países europeus da orla mediterrânica?
Porque é que os testemunhos populares sobre o início de incêndios em várias frentes imediatamente após a passagem de aeronaves continuam sem investigação após tantos anos de ocorrências?
Porque é que o Estado tem 700 milhões de euros para comprar dois submarinos e não tem metade dessa verba para comprar uma dúzia de aviões Cannadair?
Porque é que há pilotos da Força Aérea formados para combater incêndios e que passam o Verão desocupados nos quartéis?
Porque é que as Forças Armadas encomendaram novos helicópteros sem estarem adaptados ao combate a incêndios? Pode o país dar-se a esse luxo?
2 – A maior parte da madeira usada pelas celuloses para produzir pasta de papel pode ser utilizada após a passagem do fogo sem grandes perdas de qualidade. No entanto, os madeireiros pagam um terço do valor aos produtores florestais. Quem ganha com o negócio? Há poucas semanas foi detido mais um madeireiro intermediário na Zona Centro, por suspeita de fogo posto. Estranhamente, as autoridades continuam a dizer que não há motivações económicas nos incêndios…
3 – Se as autoridades não conhecem casos, muitos jornalistas deste país, sobretudo os que se especializaram na área do ambiente, podem indicar terrenos onde se registaram incêndios há poucos anos e que já estão urbanizados ou em vias de o ser, contra o que diz a lei.
4 – À redacção da SIC e de outros órgãos de informação chegaram cartas e telefonemas anónimos do seguinte teor: “enquanto houver reservas de caça associativa e turística em Portugal, o país vai continuar a arder”. Uma clara vingança de quem não quer pagar para caçar nestes espaços e pretende o regresso ao regime livre.
5 – Infelizmente, no Norte e Centro do país ainda continua a haver incêndios provocados para que nas primeiras chuvas os rebentos da vegetação sejam mais tenros e atractivos para os rebanhos. Os comandantes de bombeiros destas zonas conhecem bem esta realidade.
Há cerca de um ano e meio, o então ministro da Agricultura quis fazer um acordo com as direcções das três televisões generalistas em Portugal, no sentido de ser evitada a transmissão de muitas imagens de incêndios durante o Verão. O argumento era que, quanto mais fogo viam no ecrã, mais os incendiários se sentiam motivados a praticar o crime…
Participei nessa reunião. Claro que o acordo não foi aceite, mas pessoalmente senti-me indignado. Como era possível que houvesse tantos cidadãos deste país a perder o rendimento da floresta – e até as habitações – e o poder político estivesse preocupado apenas com um aspecto perfeitamente marginal?
Estranhamente, voltamos a ser confrontados com sugestões de responsáveis da administração pública no sentido de se evitar a exibição de imagens de todos os incêndios que assolam o país.
Há uma indústria dos incêndios em Portugal, cujos agentes não obedecem a uma organização comum mas têm o mesmo objectivo – destruir floresta porque beneficiam com este tipo de crime.
Estranhamente, o Estado não faz o que poderia e deveria fazer:
1 – Assumir directamente o combate aéreo aos incêndios o mais rapidamente possível. Comprar os meios, suspendendo, se necessário, outros contratos de aquisição de equipamento militar.
2 – Distribuir as forças militares pela floresta, durante todo o Verão, em acções de vigilância permanente. (Pelo contrário, o que tem acontecido são acções pontuais de vigilância e combate às chamas).
3 – Alterar a moldura penal dos crimes de fogo posto, agravando substancialmente as penas, e investigar e punir efectivamente os infractores
4 – Proibir rigorosamente todas as construções em zona ardida durante os anos previstos na lei.
5 – Incentivar a limpeza de matas, promovendo o valor dos resíduos, mato e lenha, criando centrais térmicas adaptadas ao uso deste tipo de combustível.
6 – E, é claro, continuar a apoiar as corporações de bombeiros por todos os meios.
Com uma noção clara das causas da tragédia e com medidas simples mas eficazes, será possível acreditar que dentro de 20 anos a paisagem portuguesa ainda não será igual à do Norte de África. Se tudo continuar como está, as semelhanças físicas com Marrocos serão inevitáveis a breve prazo.”

Fica a partilha sobre um assunto que considero demasiado cinzento para deixar passar ao lado..

4 dicas para criar um negócio

Ontem, no âmbito da Pós Graduação em Marketing e Empreendedorismo do IPAM, tive o prazer de ouvir dois oradores a falar de 2 projetos muito interessantes:
1) Restaurante Praceta (Miguel Bernardes)
2) Ecoemotion (Jorge Alfredo Bastos)

Entre muitas coisas que eles partilharam, há 4 pontos essenciais para se ter sucesso na criação de 1 projeto:

1 – Paixão
2 – Conhecer o mercado e identificar aquilo em que somos realmente bons
3 – Não chega pensar diferente, é preciso FAZER diferente
4 – Foco no cliente
5 – Criar uma história para contar (+ emoção, – razão)

O mais engraçado é que estes 4 pontos servem para qualquer empresa/organização e são referenciados em muitos livros. A diferença está na forma como cada um trabalha estes pontos e é esta “pequena diferença” que faz com que se criem projetos únicos e difíceis de copiar.

Mudança nas organizações

“Não pretendamos que as coisas mudem se sempre fizermos o mesmo (…)”

Uma frase tão simples que diz tanto sobre a estagnação de muitas organizações, públicas ou privadas. Querer mudar é uma coisa, estar disponível para mudar mesmo é outra, muito mais complexa (seja a nível empresarial ou pessoal).

Há quem faça um “re-branding” da Marca, mudando apenas o logo ou o “slogan” achando que isso vai mudar alguma coisa porém isso, geralmente, não serve para nada.

Temos que ir mais fundo para encontrar o verdadeiro problema, temos que trabalhar a cultura da organização, algo que entre muitas coisas, exige tempo, esforço e muita dedicação.

(A frase é de Einstein e este foi um tema partilhado e discutido ontem com a Paula Arriscado – Dir. de Marketing e Comunicação da Toyota – oradora convidada no âmbito da Connecting Session da Ahptus, com o tema Mudança das Organizações)